Novos alicerces para o mercado imobiliário

O mercado imobiliário brasileiro passou por uma verdadeira revolução nos últimos anos.

Juros em queda, renda em elevação, abundância de recursos, aperfeiçoamentos no marco legal e, mais recentemente, o programa federal Minha Casa Minha Vida estão entre os fatores responsáveis por um crescimento médio na casa dos dois dígitos. Em apenas dois anos, o crédito habitacional deve duplicar sua participação no PIB – de cerca de 2% em 2008 para quase 4% no fim de 2010.

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MP que altera o Minha Casa inclui imóveis comerciais

Brasília, DF – Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União (DOU, quinta-feira, 02) libera o uso de terrenos em processo de regularização para construção de imóveis no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida, quando tratar-se de reassentamento para moradores em favelas.

Ainda, a MP flexibiliza regras do Minha Casa, Minha Vida, alterando itens do programa para acelerar a produção de moradias que atendam as faixas de ganho de até dez salários mínimos. As mudanças, que entram em vigor a partir de 2011, incluem a determinação de o Poder Executivo estabelecer as faixas de renda que podem ser beneficiadas, porém fica mantido o teto de dez salários mínimos.

Atualmente, apenas as famílias com renda de até R$ 4.650 podem ser contempladas pelo programa. Na eventualidade de ser considerado o valor do mínimo atualmente em vigor, o teto elevará para R$ 5.100. Foi mantido o subsídio máximo de R$ 23 mil concedido às famílias com renda mensal a partir de R$ 465 e até R$ 1.395, teto correspondente a três vezes o salário mínimo vigente em 2009.

Escalonado para menor em função de faixas de renda familiar, atualmente o subsídio do Minha Casa, Minha Vida é concedido às famílias com ganhos mensais de até RS 2.790, correspondentes a seis vezes o salário mínimo em vigor no ano de 2009.

Outra alteração introduzida pela MP é abrir a possibilidade de construir imóveis comerciais nas áreas de produção de moradias. Ao comentar as novas regras, a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, atribui esta concessão à saída para financiar, por exemplo, os custos do condomínio residencial, através do valor auferido com a locação de unidades comerciais.

Fonte: R7/Imóvelweb

Mudança no crédito vai afetar imóveis e carros

A retirada de R$ 61 bilhões do mercado de crédito para combater a alta da inflação deve custar caro para o mercado imobiliário e também para o de bens duráveis.

A mudança no compulsório – que prevê maior depósito de dinheiro dos banco no BC (Banco Central) – afetará diretamente a venda de imóveis, automóveis, eletrodomésticos e eletrônicos, todos comprados hoje no País com o auxílio do crédito e com parcelas a perder de vista.

Com o arrocho anunciado pelo governo na sexta-feira, o consumidor será obrigado a bancar boa parte do valor dos produtos, sem contar a perspectiva de alta de juros para planos maiores do que 24 meses, o que deve desestimular o crescimento vivido hoje pelos segmentos, amparado principalmente na classe C, a nova classe média, que depende do crédito para garantir a aquisição dos bens.

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